Passagens compradas, Cesar Matuza e eu chegaríamos dia 26, uma quinta feira, enquanto Artur somente no dia do show por conta do seu trabalho e estudos. Fomos recebidos pela equipe de atendimento do Coletivo Megafônica, e devido a logística, nos receberam com transporte solidário (devo dizer também que o percurso até nossa hospedagem solidária foi bem, digamos, cheio de adrenalina, por conta de nosso agradável motorista psicopata e gente boa que acabo de esquecer o nome – perdoem-me – lembrei (risos) Daniel) Ficamos hospedados, a convite, no apartamento do amigo jornalista Raul Bentes, responsável pelo cerimonial do Festival, e da web rádio Independentes do Brasil. Desde já deixo aqui nosso agradecimento pela recepção que tornou nossa viagem mais agradável e memorável.
A noite, nosso cicerone Raul e seu primo Andrei nos levaram ao Rock N’Roll Circus, lanchonete da cidade com sanduíches deliciosos com nomes bem sugestivos. Comemos e partimos para um pub chamado StudioPub, onde conferimos um show-tributo ao Led Zeppelin, com uma banda muito eficiente e um vocalista caricato que lembrava uma mistura de Dio e Daltrey, e as madeixas e timbre de voz de Plant.
Finalizamos nossa épica noite etílica no Subway, e nem preciso citar o grande mico do embriagado aqui que vos escreve, que ao chegar no local pediu um “xis salada”. É esse tipo de gafe que acontece com pessoas que não são acostumadas a grandes cidades e lugares diferentes para apreciar a gastronomia local de franquias.
Devido ao meu estado etílico pouco recomendável pela organização mundial de saúde, fui levado de maca para nossa hospedagem solidária. nem preciso dizer quantos engoves e caldos foram precisos para me reestabelecer pro dia seguinte neh?
Ripado do roraimarocknroll.blogspot.com/