Mostrando postagens com marcador GDR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GDR. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Domingo de Festival TomaRRock



E o segundo dia de Festival TomaRRock chegou prometendo muito Roquenrou, mas sendo aberto pelo Grupo de RAP: GDR. Os MCs da Gang do RAP abriram caminho para as apresentações roqueiras que se seguiram.




A Banda Klethus fortaceleu seu retorno trazendo o seu conhecido repertório. Ostin e AltF4 fizeram a dobradinha Hardcore. O público das bandas se fez presente e lá se foram gritos e gritos de "mais um" e "lindos" para os integrantes das bandas.




Morando em São Paulo, mas saida do Acre veio a banda estrangeira da noite. Não tão barulhenta quando a BDC, Los Porongas fez os roraimenses cantarem juntos as suas letras. Em um show hipnotizante e intimista os acreanos mostraram a razão de terem sido escolhidos como a grande atração do segundo dia de TomaRRock.



(mais informações sobre o show na matéria especial de Paola Carvalho)

E pra não dizer que faltou barulho no final da noite de domingo, o Power Trio da Veludo Branco fechou a noite. Gonzo, Matuza e Mirocem fecharam a noite com seus sucessos em um dos shows de Rock mais conhecidos e aplaudidos do Estado. Veludo Branco e seu Roquenrou finalizaram o maior Festival de Música Independete do Estado deixando no ar aquele cheiro de: ainda bem que ano que vem tem mais,



sábado, 20 de novembro de 2010

Música Regional e Crítica Social rimando no penúltimo dia de Palco Canoa

Chegando ao quinto dia de Palco Canoa foi a hora de ver o Som Regional de Sérgio Barros e logo depois o Som da pereferia da Gang do RAP e o Rock cheio de críticas sociais da Banda Iekuana entraram em cena.


O compositor Sérgio Barros iniciou as apresentações musicais do domingo mostrando os sucessos de sua longa carreira e também composições de seu novo CD. "Foi muito bom participar desse evento. Pude mostrar um pouco do meu novo trabalho, o qual já vem sendo preparado há alguns anos, foi uma pré-estreia deste disco que fiz aqui", disse Sérgio sobre sua participação.

Depois da batida MPB de Sérgio foi a vez do RAP ter seu espaço no Palco Canoa. A gang do RAP trouxe a voz da periferia para a feira do empreendor. Comandado pelo MC Frank e o MC Thiago o grupo trouxe suas rimas e letras que falam da vida na periferia e das mudanças que as pessoas podem realizar se acreditarem em seus sonhos.




Com atitude o objetividade O GDR mandou sua mensagem. No final do show várias crianças procuraram os músicos em busca de fotos e autógrafos, o que mostra o quanto a Gang do Rap tem sido bem recebida pelo público. "Nós estamos aí na batalha, a Gang do Rap está mostrando o seu trabalho, nosso cd está chegando na primeira semana de dezembro. E foi muito bom se apresentar no Palco Canoa", MC Frank resumiu assim a participação de seu Grupo no Palco Canoa.

E no fim da noite foi a vez do Rock da Floresta cantar também os problemas sociais do Estado e do Brasil. A banda Iekuana com seu som pesado e letras fortes subiu ao Palco. O som pesado ficou até leve na nesta apresentação, mas a potente voz de Stalen e as letras da Iekuana não deixaram de fazer barulho na cabeça do público.




Depois das apresentações desse trio, MPB, RAP e ROCK cheio de letras de qualidade restou ao Palco Canoa fechar a cortina e esperar o último dia de apresentações, tendo certza que se tivesse acabado no domingo, teria terminado muito bem.

Que venham Euterpe, Sheep, AlfF4 e direto do Amapá: Mini Box Lunar.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

MixTape do Emicida é lançada em Boa Vista

No domingo, dia 19 de setembro, o Coletivo Canoa Cultural, numa ação nacional em parceria com os coletivos Fora do Eixo de todo Brasil, realizou o lançamento da MixTape do Rapper Emicida. O evento aconteceu na Praça das águas e contou com a participação do Grupo de RAP GDR, a Gang Do Rap.

Durante o lançamento foram exibidos vídeos com clips, apresentações e entrevistas do Rapper Emicida, além do show do Grupo GDR. O evento, totalmente gratuito, reuniu várias tribos na praça das águas. As famílias que passeavam pela praça, sk8tistas, roqueiros, o pessoal do RAP, o pessoal das bicicletas, hippies, pessoas de todos os tipos assistiram.


A estudante de Turismo Eweline Monteiro gostou do evento e o considerou positivo para a cena local e principalmente para os que gostam de RAP. “O RAP não é tão difundido aqui em nosso estado. Esse tipo de ação colabora para um diversificação cultural e musical. Além do que é muito bem ver nosso Estado fazendo parte de uma ação nacional como essa”.

Os integrantes do Grupo GDR – A Gang do RAP, também estavam muito felizes em fazer parte dessa ação. “É muito legal estar aqui e participar do lançamento do MixTape do Emicida. É bom para a carreira da Gang do RAP, sem contar que o Emicida é um ícone do Freestyle e eu também faço Freestyle, então me sinto honrado em fazer parte desse evento. Disse o MC Dog.



Manoel Vilas Boas também aprovou o evento. “Foi uma boa realização do Coletivo, mas o valor maior está na participação das pessoas. Nosso esforço foi recompensado, as pessoas compareceram e viram um show de qualidade promovido pelo grupo GDR e puderam conhecer também um pouco do trabalho do Emicida”. Disse o representante do Coletivo Canoa Cultural.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Rock, Independência e muito mais!



“Nada me impede de ser como eu sou!” é o que diz a letra de uma das músicas da banda Elvis From Hell. Essa característica de não perder as origens foi o quese viu no Rock da Independência deste ano. Porém, mostrando a experiência que se ganha em se realizar o evento todo ano, essa versão 2010 também apresentou a maturidade obtida nos quatro anos em que a comemoração foi realizada e os diferenciais trazidos com ela.

Ostin, Elvis From Hell, Gang do RAP, Iekuana, Alf+f4 e H.C.L. se apresentaram no últido dia 6 na Orla Taumanã, para um público variado. As famílias das bandas, os amigos, crianças com instinto de cinegrafistas, turistas venezuelanos, cães, passarinhos, artistas locais, acadêmicos, professores, profissionais e quem mais se disponibilizou a acompanhar o RI 2010, viu boas apresentações, pouco atraso, organização, em um evento que trouxe Rock e RAP para o público, usando uma mistura de bandas experientes e estreantes.




As letras românticas com um tom adolescente de Ostin e Alt+f4, reforçadas pelo HardCore da H.C.L, faziam contraste as letras pesadas e escrachadas da Banda Elvis From Hell. A crítica social e os problemas da periferia foram refletidos pelas rimas do Grupo de Rap GDR, A Gang do Rap e pelo som pesado e a voz potente do vocalista Stalen nas músicas da Banda Iekuana.

Dentre as presentes, Iekuana era a única banda com participações em todas as edições do Rock da Independência. Por outro lado, H.C.L., Ostin, Elivis From Hell e o Grupo GDR, apresentavam-se pela primeira vez no evento. “Eu sempre vim pra cá nos anos anteriores e via as outras bandas tocando. É bom poder estar do outro lado e mostrar o nosso trabalho para esse público”. Disse Maicon Ferrin vocalista da banda H.C.L..

A expectativa da estréia no evento também foi compartilhada por Yuri, vocalista da banda Elivs From Hell. “A estou numa expectativa muito grande para começar o show, será a primeira apresentação da nossa banda no Rock da Independência, espero que tudo de certo e que o público curta o nosso som”.





Grupo de RAP se une ao evento

Dentre as novidades do Rock da Independência desse ano, a participação do grupo de RAP GDR, foi uma das mais marcantes. Os rapazes das rimas dividiram o palco com os roqueiros e mandaram suas mensagens para o público.

“É muito importante essa junção do Rock com o RAP. Essa união, essa oportunidade de mostrar a diversidade dos sons que se fazem em Boa Vista e de cada um ter a oportunidade de mandar sua mensagem para o público da maneira que melhor sabe”. Disse o MC Tiago, um dos integrantes da Gang do RAP.

Acompanhando o evento o compositor George Farias também elogiou a participação do Grupo. “Estou achando muito legal esse Rock da Independência, até em razão de não estar sendo tocado só Rock, gostei da participação dos meninos do RAP, é muito legal que um outro ritmo possa ter espaço em um evento como este. É bom para todo mundo”.




A parte que o público não vê

Desde o início de sua concepção, a versão 2010 do Rock da Independência tinha como palavra chave a co-produção, refletida na necessidade de as bandas verem a importância geral da realização do evento e se tornarem parceiras e não só consumidoras. Com a participação de todos O RI 2010 ocorreu sem maiores atrasos e problemas, dando oportunidade de todos mostrarem o seu trabalho.



Enquanto as bandas tocavam a organização trabalhava, na barraca do Canoa eram vendidos artigos das bandas locais e comida e bebida para o público. A equipe de comunicação filmava, fotografava, entrevistava e o twitter do Canoa contava os últimos acontecimentos para aqueles que não puderam vir a Orla. A equipe de sonorização trabalhava para que as bandas pudessem se apresentar sem transtorno, permitindo que o grande artista da noite: O Rock do Independência 2010 desse seu show.



A estrutura que o evento recebeu foi percebida e elogiada por aqueles que acompanham o Rock da Independência há mais tempo. “É bom ver o crescimento, a estrutura e a preparação que o Rock teve esse ano. É uma festa que sempre acontece, mas que não parou no tempo, evoluiu e provavelmente vai melhorar a cada ano.” Disse Stalen Bucley, vocalista da Banda Iekuana, músico que participou de todas as edições anteriores do evento.

A acadêmica do jornalismo Paola Rafaela, outra que sempre esteve presente nas últimas edições também elogiou a estrutura montada nesse ano. “Estou achando super legal, está bem organizado, sem atrasos, a estrutura está boa, estou gostando de ver”.

Aqueles que acompanharam o evento pela primeira vez também fizeram seus elogios. “É a primeira vez que eu venho, estou gostando. O ambiente é bom, as pessoas são legais, não teve nenhum problema, está todo mundo tocando na boa. Está bem interessante esse Rock”. Disse Emmily Melo, acadêmica da UFRR.




Ainda existe água na lembrança das pessoas

A edição 2008 do Rock da Independência acabou sendo encerrada pela ação da natureza. A banda Sheep tocava na Orla enquanto o pano de fundo da apresentação começou a ganhar alguns relâmpagos. Quanto mais o show prosseguia, mais flashes naturais iluminavam a Orla. Água e ventos chegaram em seguida. O que se viu depois foi o pessoal do Canoa correndo para proteger a bateria e o público se escondendo de uma chuva que durou no mínimo meia-hora. Resultado: estava terminado o Rock da Independência 2008. Mesmo assim a lembrança dessa chuva ainda ficou na cabeça daqueles que haviam participado do evento.

A acadêmica do jornalismo Paola Rafaela comentou o acontecido. “Uma das coisas legais nesse ano foi a montagem dessa tenda grande. Foi bom, pois poderia acontecer uma chuva que nem em 2008. Dessa vez o pessoal se preparou. Achei legal. Se chover, dessa vez, teremos onde nos esconder”. Disse.

Aqueles que acreditam em São Pedro, agradeçam. Esse ano não choveu. Mas a tenda montada na Orla mostrou o aprendizado com os descuidos do passado e que se a água viesse esse ano o estrago seria menor.



Se todo mundo gostasse não seria Rock

O leitor mais atento já deve ter pensado: “Nossa, que evento perfeito esse. Não houve falhas, tudo deu certo, todo aprovou, até os deuses esqueceram de mandar a chuva destruidora. Tá bom, conta outra. Será que vão tentar me convencer que foi tudo um mar de rosas?”.

É verdade leitor atento. Não foi um evento perfeito. Aconteceram falhas. Nem todo mundo amou o RI como os falaram nos depoimentos acima. Afinal, se todo mundo tivesse gostado não seria Rock. Dentre as declarações de desgosto, gostaria de relatar uma que chegou aos celulares de um dos membros no Núcleo de Comunicação do Canoa. Uma mensagem de texto que mostra o descontentamento de parte do público com o evento.

A mensagem dizia: - “TOMA ROCK (acredita-se que se quis dizer Coletivo Canoa ou Rock da Independência, mas se disse TOMA ROCK): Mistura subversiva de ritmos no max da vocalização urrada sob letra verídica em realidade opaca e morta”. De fato é melhor se expressar desse jeito que simplesmente dizer que “o negócio tava ruim”.

A verdade é que evento nenhum agradará 100% do público, porém essa afirmação é tão obvia que nem merece estar aqui. Para aqueles que não se agradaram, cabe a eles o agradecimento por terem comparecido, assistido e se expressado. Isso é agitar a cena. Trazer o evento a vista das pessoas e ouvir a opinião delas, para assim melhorar nos próximos. O sucesso desse Rock só poderá ter uma avaliação real no ano que vem, quando se verá quem mais ganhará experiência em participar dele e quantas estréias acontecerão. Enquanto isso não chega, ficam aqui as palavras e as fotos desse ano e as dúvidas para o ano que vem.

Guarda-se a esperança que o Rock da Independência nunca seja impedido de ser o que é.

Até a próxima chuva!